Sejam bem vindos!

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Este blog contém algumas mensagens e reflexões. Algumas recebi, outras ouvi e algumas tirei da Net, desconheço alguns autores por isso não os especifico em todas as mensagens. Leiam, comentem, reflitam. Espero que gostem!

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

O PRINCIPAL

Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passando diante de uma caverna escutou uma voz misteriosa que lá dentro lhe dizia:
- Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porém, de uma coisa: depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade mas não se esqueça do principal....
A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, colocou a criança no chão e começou a juntar ansiosamente tudo o que podia no seu avental.
A voz misteriosa falou novamente:
- Você só tem oito minutos. Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou... Lembrou-se, então, que a criança ficara lá dentro e a porta estava fechada para sempre!
A riqueza durou pouco e o desespero, sempre.
Em nossa vida uma voz sempre nos adverte:
- Não se esqueça do principal. Que são os valores espirituais, a família, os amigos, a vida, o trabalho feito com amor!
Mas a riqueza, os prazeres materiais muitas vezes fascinam tanto que o principal vai ficando de lado, esgotamos o nosso tempo aqui deixando o essencial, pensando que assim encontraremos a felicidade.
Por isso, nunca esqueçamos o principal:
- A oração sincera, de coração.
- O carinho e atenção à família.
- O tempinho para ouvir o amigo, cultivar a amizade.
- O abraço apertado e dizer: - Eu te amo meu pai, minha mãe...
- O elogio sincero.
-A dedicação, gratidão, e amor pelo trabalho que se está realizando.
Seja feliz,e:
- Não se esqueça, não deixe a porta fechar sem fazer o principal.
COMA OS MORANGOS

Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore.

Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo.

O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente.

Embaixo, prontas para engoli-lo quando caísse, estavam nada mais nada menos do que seis onças tremendamente famintas.

Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando.

Abaixava depressa a cabeça para não prendê-la na sua boca.

Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas de seu pé.

As onças embaixo querendo come-lo, e o urso em cima querendo devora-lo.

Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas douradas refletindo o sol.

Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango.

Quando pode olha-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza.

Então, levou o morango a boca e se deliciou com o sabor doce e suculento.

Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso.

Talvez você me pergunte: "Mas, e o urso?" Dane-se o urso e coma os morangos!

E as onças? Azar das onças, coma os morangos! As vezes, você esta em sua casa no final de semana com seus filhos e amigos, comendo um churrasco.

Percebendo seu mau humor, seu(sua) esposa(o) lhe diz: - Meu bem, relaxe e aproveite o domingo!

E você, chateado(a), responde: "Como posso curtir o domingo se amanhã vai ter um monte de ursos querendo me pegar na empresa?" Relaxe e viva um dia por vez:

Coma o morango. Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro.

Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças, arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida, é importante saber comer os morangos, sempre.

A gente não pode deixar de come-los só porque existem ursos e onças.

Você pode argumentar: Eu tenho muitos problemas para resolver.

Problemas não impedem ninguém de ser feliz. O fato de seu chefe ser um chato não é motivo para você deixar de gostar de seu trabalho.

O fato de sua mulher estar com tensão pré-menstrual não os impede de tomar sorvete juntos.

O fato do seu filho ir mal na escola não e razão para não dar um passeio pelo campo.

Coma o morango, não deixe que ele escape.

Poderá não haver outra oportunidade para experimentar algo tão saboroso.

Saboreie os bons momentos. Sempre existirão ursos, onças e morangos. Eles fazem parte da vida.

Mas o importante é saber aproveitar o morango, porque o urso e a onça não dão tempo para aproveitar.

Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois. O melhor momento para ser feliz é agora. O futuro é ilusão que sempre será diferente do que imaginamos.

As pessoas vê o sucesso como uma miragem.

Como aquela historia da cenoura pendurada na frente do burro que nunca a alcança.

As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram felicidade. Então, continuam avançando e inventam outras metas que também não as tornam felizes.

Vivem esperando o dia em que alcançarão algo que as deixarão felizes.

Elas esquecem que a felicidade e construída todos os dias.

A felicidade não e algo que você vai conquistar fora de você. A felicidade é algo que vive dentro de você, de seu coração.

Queridos Amigos!!

Nós se preocupamos demais com os problemas e esquecemos que a vida nos oferece muitos momentos deliciosos de prazer e pura felicidade. Não deixe que os problemas tirem o sabor do lado bom da vida, administre seus problemas, deixe claro que você tem um problema e não o problema lhe tem, e aproveite os momentos bons!!
EMBALAGEM DE DEUS

Um jovem estava para se formar.
Já há muitos meses ele vinha admirando um lindo carro esporte.
Sabendo que seu pai podia muito bem arcar com aquela despesa, ele disse ao pai que o carro era tudo o que ele desejava.
Como o dia da formatura estava próximo, o jovem esperava sinais de que seu pai tivesse comprado o carro.
Finalmente, na manhã da formatura, o pai o chamou e disse quão orgulhoso se sentia por ter um filho tão bom e disse a ele o quanto o amava.
Então entregou ao filho uma caixa de presente, lindamente embalada.
Curioso e, de certa forma desapontado, o jovem abriu a caixa e encontrou uma Bíblia de capa de couro com o nome dele gravado em ouro.
Irado, ele levantou a sua voz para o pai e disse: "Com todo o dinheiro que você tem, você me dá uma Bíblia?" E violentamente saiu de casa.
Muitos anos se passaram, e o jovem tornou-se um homem de sucesso nos negócios.
Ele tinha uma linda casa e uma família bonita, mas certo dia percebeu que seu pai já estava idoso e resolveu visitá-lo.
Ele não via o pai desde o dia da formatura.
Antes de terminar os preparativos para a viagem, recebeu um telegrama informando que seu pai havia falecido e deixado todas as suas posses em testamento para o filho.
Ele precisava imediatamente ir à casa do pai e cuidar de tudo.
Quando lá chegou, sentiu um misto de tristeza e arrependimento preencher o seu coração.
Estava remexendo os documentos e papéis do pai quando viu a Bíblia, ainda nova, exatamente como ele havia deixado anos atrás.
Com lágrimas, ele abriu a Bíblia e começou a virar as páginas.
Seu pai havia sublinhado cuidadosamente o versículo de Mateus 7.11:
"Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhes pedirem?"
Enquanto lia, uma chave de carro caiu da Bíblia.
Ela tinha uma etiqueta com o nome da revendedora, a mesma que tinha o carro esporte que ele tanto desejava.
Na etiqueta constava ao data da formatura, e as palavras:
"Totalmente pago."
Quantas vezes nós perdemos as bênçãos de Deus porque elas não vêm "embaladas" como nós esperamos!

Que possamos dar valor as coisas boas, mesmo que a "embalagem" seja um pouco diferente!!
O TESOURO MAIS PRECIOSO

Uma mulher velha e sábia fazia uma viagem através das montanhas quando, no leito do rio, encontrou uma pedra preciosa. No dia seguinte, continuando seu caminho, deparou-se com um viajante que tinha fome e, para atender o seu pedido de ajuda, a mulher abriu a bolsa para dividir com ele sua comida.

O homem deslumbrou-se com a visão da pedra e pediu à mulher que lhe desse depresente. Sem hesitar, ela lhe entregou a jóia. O viajante se foi, rejubilando-se por sua sorte. O tesouro poderia garantir-lhe segurança para toda a vida.

Mas, alguns dias depois, ele voltou à procura da mulher. Ao encontrá-la, entregou-lhe a pedra, dizendo:
"Pensei muito e sei bem o valor desta pedra, mas venho devolvê-la. O que quero é algo muito mais precioso. Se for possível, me dê o que está dentro de você e que a fez capaz de me entregar um tesouro como esse."

O mais precioso tesouro não é o que você tem e sim o que você é!
AS TRÊS ÁRVORES

Havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.

A primeira, olhando as estrelas disse:
"Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros."

A segunda, olhando o riacho suspirou:
"Eu quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas."

A terceira olhou para o vale e disse:
"Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus."

Muitos anos se passaram e, certo dia, três lenhadores cortaram as árvores.

Todas três ansiosas em serem transformadas naquilo que sonhavam. Mas, os lenhadores não costumavam ouvir ou entender de sonhos... Que pena!

A primeira árvore acabou sendo transformada em um cocho de animais, coberto de feno.

A segunda, virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.

A terceira, foi cortada em grossas vigas e colocada num depósito.

Então, todas perguntaram desiludidas e tristes:

- Por que isto?

Mas, numa bela noite, cheia de luz e estrelas, uma jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.

A segunda árvore acabou transportando um homem que terminou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse "PAZ !". E num relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o rei do céu e da terra!

Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo, sentiu-se horrível e cruel. Mas, no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria. E a terceira árvore percebeu que nela havia sido pregado um homem para salvação da humanidade e que as pessoas sempre se lembrariam de DEUS e de seu FILHO ao olharem para ela.

As árvores haviam tido sonhos e desejos... mas sua realização foi mil vezes maior do que haviam imaginado.

Portanto, nunca deixe de acreditar em seus sonhos, mesmo que aparentemente eles sejam impossíveis de se realizar.
UMA CRÔNICA SOBRE O VIVER

Era seu último dia de vida, mas ele ainda não sabia disso.

Naquela manhã, sentiu vontade de dormir mais um pouco. Estava cansado porque na noite anterior fora deitar muito tarde. Também não havia dormido bem. Tinha tido um sono agitado. Mas logo abandonou a ideia de ficar um pouco mais na cama e se levantou, pensando na montanha de coisas que precisava fazer na empresa.

Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente, não prestou atenção no rosto cansado nem nas olheiras escuras, resultado das noites mal dormidas. Nem sequer percebeu um aglomerado de pelos teimosos que escaparam da lâmina de barbear.

“A vida é uma sequência de dias vazios que precisamos preencher”, pensou enquanto jogava a roupa por cima do corpo.

Engoliu o café e saiu resmungando baixinho um “bom-dia”, sem convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não notou que os olhos dela ainda guardavam a doçura de mulher apaixonada, mesmo depois de tantos anos de casamento. Não entendia porque ela se queixava tanto da ausência dele e vivia reivindicando mais tempo para ficarem juntos. Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?

Claro que não teve tempo para esquentar o carro nem sorrir quando o cachorro, alegre, abanou o rabo. Deu a partida e acelerou. Ligou o rádio, que tocava uma canção antiga do Roberto Carlos, “detalhes tão pequenos de nós dois…”

Pensou que não tinha mais tempo para curtir detalhes tão pequenos da vida. Anos atrás, gostava de assistir ao programa de Roberto Carlos nas tardes de domingo. Mas isso fazia parte de outra época, quando podia se divertir mais.

Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar. Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto, mas não podia, naquele dia, dar-se ao luxo de sair da empresa. Agradeceu o convite, mas respondeu que seria impossível.

Quem sabe no próximo final de semana? Ela insistiu, disse que sentia muita saudade e que gostaria de poder estar com ele na hora do almoço. Mas ele foi irredutível: realmente, era impossível.

Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava totalmente lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.

No que seria sua hora do almoço, pediu para a secretária trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte. Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando.

Enquanto mastigava relacionava os telefones que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up. Mas ele logo concluiu que era um mal-estar passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar.

Terminado o “almoço”, escovou os dentes e voltou à sua mesa. “A vida continua”, pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir. Nem tudo saía como ele queria. Começou a gritar com o gerente, exigindo que este cumprisse o prometido. Afinal, ele estava sendo pressionado pela diretoria. Tinha de mostrar resultados. Será que o gerente não conseguia entender isso?

Saiu para a reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando de dois em dois degraus. Parecia que a garagem estava a quilômetros de distância, encravada no miolo da terra, e não no subsolo do prédio.

Entrou no carro, deu partida e, quando ia engatar a primeira marcha, sentiu de novo o mal-estar. Agora havia uma dor forte no peito. O ar começou a faltar… a dor foi aumentando… o carro desapareceu… os outros carros também…. Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo em que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem. Era como se o videocassete estivesse rodando em câmara lenta. Quadro a quadro, ele via esposa, o netinho, a filha e, uma após outra, todas as pessoas que mais gostava.

Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã? Por que não foi pescar com os amigos no último feriado? A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do arrependimento. Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte, a da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.

Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas. Queria viver, queria ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto…

Queria… Queria… Mas não havia mais tempo…
O GARFO E A MORTE

O anúncio da chegada de Marta sempre trazia um sorriso para o rosto do Pastor Jim. Ela era uma das mais antigas e piedosas irmãs. Tia Martie, como todas as crianças a chamavam, parecia espalhar fé, esperança e amor onde quer que fosse.
Mas, dessa vez, havia algo diferente em sua expressão. Com o rosto sério, ela lhe contou que o médico acabara de diagnosticar nela um câncer em estágio avançado.

-"Ele disse que eu tenho, na melhor das hipóteses, três meses de vida." As palavras de Marta eram graves, embora ela estivesse bastante calma.

-"Eu lamento muito...", Pastor Jim começou a dizer, mas, antes que ele terminasse a frase, Marta o interrompeu:

-"Não lamente. Deus tem sido bom comigo. Tive uma vida longa e feliz e estou pronta para ir. O senhor sabe disso.”

-"Eu sei", murmurou o Pastor, mexendo com a cabeça.

- “Mas o que eu desejo mesmo é falar com o senhor sobre meu funeral. Tenho pensado nisso e há coisas que eu vou querer.”

Os dois conversaram por um bom tempo. Falaram sobre os cânticos preferidos de Marta, suas passagens da Bíblia preferidas e as muitas lembranças que dividiram nos cinco anos em que o Pastor Jim esteve na Igreja.
Quando parecia que tinham abordado todos os aspectos, tia Marta parou, olhou para o Pastor com um brilho nos olhos e acrescentou:

-"Há mais uma coisa. Quando me enterrarem, quero minha velha Bíblia na mão e um garfo em outra.”

-"Um garfo?" o pedido surpreendeu o Pastor Jim: -"Por que a senhora quer ser enterrada com um garfo?”

-"Estive pensando em todos os jantares e banquetes da igreja a que compareci ao longo dos anos", ela explicou.

Uma coisa tinha sempre chamado a sua atenção. Em todas aquelas reuniões tão agradáveis, quando a refeição estava quase no final, uma empregada vinha recolher o prato sujo.

-"Posso até ouvir as palavras agora. Alguém se inclinava sobre o meu ombro e dizia baixinho: 'Pode ficar com seu garfo.” E o senhor sabe o que isso queria dizer? Que a sobremesa estava vindo!"E não se tratava de um pote de gelatina, um pudim ou uma taça de sorvete, porque nada disso se come com um garfo. Significava que era algo realmente gostoso, um bolo de chocolate ou uma torta de cereja!” "Quando me diziam que eu podia ficar com meu garfo, eu sabia que o melhor ia chegar. É exatamente sobre isso que quero que as pessoas falem no meu funeral. Elas podem lembrar todos os bons momentos que tivemos. Isso será ótimo. Mas, quando passarem pelo meu caixão e me virem no meu lindo vestido azul, quero que se espantem e perguntem:
- 'Para que o garfo?' “E é isso que eu quero que o senhor lhes diga: que eu fiquei com o garfo porque o melhor ainda vai chegar.”
TUDO QUE DEUS FAZ É BOM

Era uma vez um rei que gostava muito de caçar. Dentre seus amigos que levava às caçadas, havia um que era muito piedoso e temente a Deus (ao contrário do rei, que não se detinha nas questões da fé). 
Sempre que o rei conseguia abater um animal, aquele sujeito gritava:
- Aleluuuuia! Tudo que Deus faz é bom! 
E o rei se envaidecia destas palavras.
Um dia, quando o rei disparou sua arma de caça, o tiro saiu pela culatra, arrancando-lhe o dedão da mão direita.
Quando voltavam para casa, carregando o rei numa maca, o sujeito disse:
- É... Tudo que Deus faz é bom!

O rei ficou furioso, mandou prendê-lo num calabouço e jogar a chave fora.
Passado o trauma inicial do acidente, o rei e os seus demais amigos voltaram a caçar.

Numa destas viagens, o grupo caiu nas mãos de uma tribo de canibais e, um a um, eles foram sendo devorados pelos selvagens.
O rei ficou por o último. Mas, quando chegou a sua hora, ao vir examiná-lo, o sacerdote dos canibais percebeu que lhe faltava o dedão da mão direita, desqualificou-o como oferenda e ordenou que o libertassem.
Ao voltar para seu reino, o rei mandou soltar seu amigo e contou-lhe toda a história.
- Eu lhe disse meu rei, tudo o que Deus faz é bom! Se o senhor não tivesse perdido o dedão naquele dia, estaria morto a esta hora.
O rei se desculpou com seu amigo, por ter-lhe mandado prender. E fez-lhe uma pergunta:
- Meu amigo, eu ainda tenho uma questão não resolvida em meu coração. Se tudo o que Deus faz é bom, porque Ele permitiu que eu mandasse lhe prender? Porque permitiu que você, injustamente, ficasse dois anos atrás de uma grade?

- Ah, meu rei, tudo o que Deus faz é muito bom, pois, se eu não estivesse aqui preso, estaria agora na barriga dos canibais.
O JARDINEIRO

Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição possuir em frente um lindo gramado. 

Para esse serviço, há diversos jardineiros autônomos que fazem reparos nesses jardins. 

Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa americana contratou um desses jardineiros. 

Chegando a sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas dezoito anos de idade.

Claro que ficou surpreso!

Quando o garoto terminou o serviço, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone.

O executivo, encantado com a educação do garoto, prontamente atendeu ao pedido e, muito curioso, não pôde deixar de escutar a conversa.

O garoto havia ligado para uma senhora e perguntara:

- A senhora está precisando de um jardineiro?

- Não. Eu já tenho um. - Respondeu.

- Mas, além de aparar, eu também tiro o lixo.

- Isso o meu jardineiro também faz.

- Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço. - Disse o garoto.

- Mas isso o meu jardineiro também faz.

- Eu faço a programação de atendimento o mais rápido possível.

- O meu jardineiro também me atende prontamente.

- O meu preço é um dos melhores.

- Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.

Quando o garoto desligou o telefone, o executivo lhe perguntou:

- Você perdeu um cliente?

- Não. - Respondeu o garoto. - Eu sou o jardineiro dela. Eu apenas estava verificando o quanto ela estava satisfeita com o meu serviço.
O JUIZ DOS ABRAÇOS 

Lee Shapiro é um juiz aposentado. É também uma das pessoas mais genuinamente amorosas que conhecemos. A certa altura de sua carreira, Lee percebeu que o amor é o maior poder que existe. Consequentemente, Lee se transformou no homem dos "abraços". Começou a oferecer a todo mundo um abraço. Seus colegas o apelidaram de "o juiz dos abraços" (em oposição a "juiz dos enforcamentos", supomos). O adesivo do seu carro diz: "Não me bata! Abrace-me!"

Há cerca de seis anos, Lee criou o que ele chama de "kit-abraço". Do lado de fora se lê: "Um coração por um abraço". Dentro, há trinta coraçõezinhos vermelhos bordados com alfinetes atrás. Lee sai com seu kit-abraço, encontra as pessoas e oferece-lhes um coraçãozinho em troca de um abraço.

Lee tornou-se tão conhecido por isso que frequentemente é convidado para apresentar conferências e convenções, onde compartilha sua mensagem de amor incondicional. Numa conferência em São Francisco, a imprensa local o desafiou dizendo: "É fácil sair distribuindo abraços, aqui na conferência, as pessoas que resolveram vir por vontade própria. Isso nunca funcionaria no mundo real".

Eles desafiaram Lee a distribuir alguns abraços pelas ruas de São Francisco. Seguido por uma equipe de televisão do noticiário local, Lee saiu às ruas.
Primeiro, se aproximou de uma mulher que passava.

- Oi, sou Lee Shapiro, o juiz dos abraços. Estou doando estes corações em troca de um abraço.

- Claro. Respondeu ela.

- Fácil demais. Provocou o comentarista local.

Lee olhou à sua volta. Viu uma guarda de trânsito que estava enfrentando problemas com o dono de uma BMW a quem estava entregando uma multa. Aproximou-se dela, a equipe de televisão junto com ele, e disse:

- Parece-me que um abraço poderia lhe ser útil. Sou o juiz dos abraços e estou lhe oferecendo um.

Ela aceitou.

O comentarista de televisão lançou um último desafio.
- Veja, aí vem um ônibus. Os motoristas de ônibus de São Francisco são as pessoas mais rudes, rabugentas e intratáveis de toda a cidade. Vamos ver se você consegue um abraço dele.
Lee aceitou o desafio.
Quando o ônibus parou, Lee disse:

- Oi, sou Lee Shapiro, o juiz dos abraços. Seu trabalho deve ser um dos mais estressantes do mundo. Hoje, estou oferecendo abraços às pessoas para aliviar um pouco sua carga. Gostaria de um?
O homenzarrão de dois metros e mais de cem quilos levantou do banco, desceu do ônibus e disse:

- Por que não?
Lee o abraçou, deu-lhe um coração e acenou quando o ônibus partiu. A equipe de TV estava sem fala. Finalmente, o comentarista disse:

- Tenho que admitir, estou muito impressionado.

Um dia, Nancy Johnston, amiga de Lee, bateu em sua porta. Nancy é palhaço profissional e estava usando sua fantasia, maquiagem e tudo o mais.
- Lee, pegue um punhado de seus kits-abraço e vamos a um lar de deficientes.
Quando chegaram ao lar, começaram a distribuir chapéus com balões, corações e abraços aos pacientes. Lee sentia-se desconfortável. Nunca havia abraçado pacientes terminais, pessoas gravemente retardadas ou quadriplégicas. Foi definitivamente um esforço. Mas, depois de certo tempo, ficou mais fácil, e Nancy e Lee conquistaram uma comitiva de médicos, enfermeiros e serventes que os seguiram de ala em ala.

Depois de algumas horas, eles entraram na última ala. Eram os 34 piores casos que Lee jamais vira em sua vida. O sentimento era tão cruel que partiu seu coração. Mas, cumprindo seu compromisso de compartilhar seu amor com os outros, Nancy e Lee começaram a passear pela sala, seguidos pela comitiva de médicos que, a essa altura, já traziam corações nos colarinhos e chapéus feitos de balões na cabeça.

Finalmente, Lee chegou a ultima pessoa, Leonard. Leonard usava um enorme babador branco sobre o qual babava. Lee olhou para Leonard, que babava, e disse:

- Vamos embora Nancy, não há como encarar esse aqui.

Nancy replicou:

- Vamos lá, Lee. Ele também é um ser humano, não é?

Então, ela colocou-lhe um engraçado chapéu de balões na cabeça. Lee pegou um de seus coraçõezinhos vermelhos e prendeu-o no babador de Leonard. Respirou fundo, inclinou-se e o abraçou.
De repente, Leonard começou a gritar:

- Eeeeeh! Eeeeeh!

Alguns dos outros pacientes na sala começaram a bater coisas. Lee voltou-se para a equipe esperando alguma explicação e apenas viu que todos os médicos, enfermeiros e serventes estavam chorando. Lee perguntou à enfermeira chefe:

- O que é que há?

Ele nunca poderá esquecer o que ela disse:

- Esta é a primeira vez em 23 anos que vemos Leonard sorrir.

"Como é simples ser importante na vida dos outros."
OS TRÊS CONSELHOS 

Um casal de jovens recém casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez uma proposta à esposa:

- Querida eu vou sair de casa e vou viajar para bem distante, arrumar um emprego e trabalhar até que eu tenha condições de voltar e dar a você uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe de casa, só peço uma coisa: que você me espere e, enquanto eu estiver fora, seja fiel a mim que eu serei fiel a você.

Assim sendo o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudar em sua fazenda. Ele se ofereceu para trabalhar, e foi aceito. Sendo assim, ele propôs um pacto ao patrão:

- Patrão eu peço só uma coisa para o senhor. Deixe-me trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que eu devo ir embora o senhor me dispensa das minhas obrigações. Não quero receber o meu salário. Quero que o senhor o coloque na poupança até o dia que eu sair daqui. No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho.
Tudo combinado, aquele jovem trabalhou muito, sem férias e sem descanso. Depois de vinte anos ele chegou para o seu patrão e lhe disse: - Patrão eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa.

O patrão então lhe disse: - Tudo bem, nós fizemos um pacto e eu vou cumprir só que antes eu quero lhe fazer uma proposta. Curioso ele pergunta qual a proposta e seu patrão lhe diz: - Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro e você vai embora. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos e se eu lhe der os conselhos não lhe dou o dinheiro. Vai pro seu quarto, pense e depois me dê à resposta.

O rapaz pensou durante dois dias, depois procurou o patrão e lhe disse: - Eu quero os três conselhos. O Patrão falou: - Se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro.
O jovem afirmou: - Eu quero os conselhos.

O patrão então lhe falou:

1º "Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida";

2º "Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal";

3º "Nunca tome decisões em momentos de ódio e de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais".

Após dar os três conselhos o patrão disse ao rapaz que já não era tão jovem assim:
- Aqui você tem três pães, dois são para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com a sua esposa quando chegar a sua casa.

O rapaz seguiu o seu caminho de volta para casa, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava. Andou durante o primeiro dia e encontrou um viajante que o cumprimentou e lhe perguntou:
- Para onde você vai?
- Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada.
- Rapaz, esse caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez vezes menor e você vai chegar a poucos dias.
O rapaz ficou contente e começou a seguir pelo atalho, quando se lembrou do primeiro conselho do seu patrão: "Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida". Então voltou e seguiu o seu caminho. Dias depois ele soube que aquilo era uma emboscada.

Depois de alguns dias de viagem, achou uma pensão na beira da estrada onde pode hospedar-se. De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor e muito barulho. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para sair. Quando se lembrou do segundo conselho: “Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal". Voltou, deitou-se e dormiu. Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que sim.
- Então por que não veio ver o que era não ficou curioso?
Ele disse que não. Então o hospedeiro lhe falou:
- Você é o único que sai vivo daqui, um louco gritou durante a noite e quando os hóspedes o saiam o matava.

O rapaz seguiu seu caminho e depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça da sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta da sua esposa. O dia estava escurecendo, mas ele pode ver que a sua esposa não estava só.
Andou mais um pouco e viu que ela tinha sentado no colo de um homem a quem estava acariciando os cabelos.
Ao ver aquela cena o seu coração se encheu de ódio e amargura e ele decidiu matar os dois sem piedade. Apressou os passos, quando se lembrou do terceiro conselho: "Nunca tome decisões em momentos de ódio e de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais". Então ele parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo. Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse: - Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que antes eu quero dizer para a minha esposa que eu fui fiel a ela.
Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Ao abrir à porta a esposa reconhece o seu marido e se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue tamanha a felicidade dela. Então com lágrimas ele lhe diz:
- Eu fui fiel a você e você me traiu.
- Como? - E ainda espantada diz: - Eu não lhe traí, o esperei durante esses vinte anos.
- E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?
- Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora eu descobri que estava grávida e hoje ele está com vinte anos de idade.
Então ele conheceu e abraçou seu filho, contou-lhes toda a sua história enquanto a esposa preparava o café e sentaram-se para tomar o café e comer o último pão. Após a oração de agradecimento e lágrimas de emoção ele parte o pão, e ao parti-lo, ali estava todo o seu dinheiro...!